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Meu segredo

De: ru38xxxx (ru38xxxx @hotmail.com)
Enviada: terça-feira, 29 de novembro de 2011 22:03:12
Para: contato_superlink@hotmail.com


Meu nome é Ângela, sou loura bem feita de corpo, tenho 39 anos sou viúva, tenho um filho o Alfredinho, rapaz de 16 anos loiro bonito, muito estudioso, caseiro, nunca nos deu trabalho. Eu trabalho em uma farmácia na cidade, a pensão que meu marido deixou é muito boa, mas sempre é bom ter mais algum, para a ajudar nos estudos de Alfredinho. O que eu vou contar se passou há um ano atraz, precisamente em abril de 1999. Em casa nunca tivemos segredos uns para os outros, sempre fomos uma família muita aberta, dormimos e tomamos banho com as portas abertas, nunca houve problema algum.

Em uma dessas noites bem quentes, eu levantei para tomar água, ao passar pelo quarto de meu filho, notei que a porta estava entreaberta e não aberta como era de costume, então para que ventilasse mais, eu empurrei a porta, estava ele deitado nu de barriga para acima, deixando ver um pinto grande maior que de meu falecido marido, senti uma sensação esquisita uma vontade louca de pegar naquele pau, me esfregar, chupar enfim sentir aquilo tudo dentro de mim, era uma sensação que fazia tempo não sentia, mais me contive sai devagarzinho fui à cozinha tomar água e voltei para o quarto, lá chegando um fogo subi pelas minhas entranhas, eu só pensava no que tinha visto, não tive duvidas abaixei a calcinha e comecei a brincar com meu clitóris, quanto mais eu pensava naquilo tudo mas o tesão aumentava, fui aumentando o movimento circular, minha xoxota ficou molhadinha e gozei, satisfeita pude dormir.

No outro dia de manhã eu estava preparando o desjejum, quando Alfredinho chegou junto de mim na cozinha e me deu um beijo na nuca, eu disse – Esta atrasado meu filho, tome seu lanche e vá pra aula. E dizendo isso me virei para beija-lo no movimento a minha bunda encostou-se àquele pau deu para eu sentir o volume mesmo mole era bem avantajado, novamente o desejo voltou, mas me controlei. Ele tomou o lanche deu-me um outro beijo e foi saindo dizendo – Olha hoje à noite vou estudar na casa de um colega e vou chegar um pouco mais tarde não se preocupe, não me espere. Tchau. E saiu porta afora, novamente aquele fogo tomou conta de mim, o desejo e a lembrança do que tinha visto a noite passou tudo pela minha cabeça, o jeito foi eu subir para o quarto tomar um banho e quando estava ensaboando a xoxota fui fazendo movimentos e imaginando que aquele pinto estava todo dentro de mim , e que eu rebolava e me contorcia toda em cima daquele pau, fui até a lua e gozei. Arrumei-me e sai para o trabalho, o dia demorou a passar, o meu pensamento estava todo em Alfredinho, e minha vontade era voltar para casa, foi um dia longo.

À noite quando logo que chequei em casa fui ao quarto dele deitei-me na cama para sentir o seu cheiro, o fogo me invadiu, e ali mesmo comecei a apalpar meus peitos com uma mão e com a outra toquei minha boceta e pensando em Alfredinho comecei a me masturbar e em pouco tempo gozei, depois adormeci. Quando acordei fui para a cozinha preparar um lanche para mim, e para ele quando voltasse, lanchei e fui assistir às novelas, foi então que me lembrei que Alfredinho tinha dito que voltaria tarde e para que eu não o esperasse, como eu estava cansada, desliguei a televisão e subi para repousar, estava muito calor tirei toda a roupa e me deitei completamente nua, cai no sono, sonhei com Alfredinho me comendo de todas maneiras, já de madrugada ouvi um barulho, mais como estava muito exausta nem me mexi só abri o olho, o corredor estava claro então vi Alfredinho se masturbando em frente à porta do meu quarto olhando para o meu corpo nu, pois eu estava deitada de costas e com as pernas levemente abertas, o que lá do corredor devia dar para ver tudo, a claridade deixava-me ver os movimentos de vai e vem que ele fazia com a mão.

Fiquei fingindo que estava dormindo e prestando atenção, de repente os movimentos aceleraram, e ele deu um suspiro baixo segurou o pinto com as duas mãos e foi para o quarto, eu levantei bem devagarzinho e fui até o corredor olhei para o chão e vi que ainda tinha um pouco de esperma, passei a mão senti o cheiro corri para o banheiro e comecei a esfregar o esperma de Alfredinho na minha boceta a sensação e foi imensa, fui esfregando até gozar muito. No outro dia ele não se levantou logo, era sábado, não tinha aula, e ele tinha chegado tarde. Tomei meu lanche deixei o dele e fui para o trabalho.

No carro comecei a pensar, eu quero Alfredinho, e ele também esta me querendo, tenho que fazer alguma coisa para que as coisas entre nós aconteçam sem que cause nenhum transtorno em nosso relacionamento. O dia todo eu só pensava naquele pinto, a xoxota formigava eu estava louca para foder, pois a mais de um ano que eu não tinha um homem, vivia só me masturbando, precisava arrumar um jeito de me entregar a Alfredinho. Quando voltei para casa comecei a arquitetar um plano de como ficar em seus braços. Depois que nos deitamos, já tarde da noite, fui até o quarto dele e o chamei – Alfredinho, to escutando um barulho na cozinha, ele levantou e fomos ver o que era, eu ia colada nele sentindo seu cheiro e com meus peitos que a essa altura já estavam com os bicos durinhos roçando nas costas dele, já estava quase gozando, quando ele virou e disse- Não tem nada, deve ser impressão sua.

A vontade era agarra-lo ali mesmo mais me contive e disse – È mais agora eu fiquei com medo, venha deite-se comigo até eu dormir depois você vai para seu quarto. E assim ele fez, deitou-se na cama comigo, ele estava só de cuecas e eu só de camisola, pois eu já de caso pensado tinha tirado tudo, apaguei a luz, chequei bem perto dele e encostei minha perna na perna dele, senti um leve tremor dele, senti seu calor, encostei a cabeça em seu ombro e beijei levemente, coloquei a mão em seu peito, senti sua respiração aumentar, comecei a passar a mão em seu peito sentindo alguns pelos, depois fui descendo em direção a sua barriga, ele não disse nada só colocou sua mão em cima da minha, senti aquele fogo novamente, chequei mais perto encostando meus peitos e a xoxota nele, ele largou a minha mão e colocou sua mão em minha perna, eu senti a xoxota queimar, levantei-me fui até o banheiro quando voltei já voltei nua, pois eu sentia que a coisa já tinha avançado bem, encostei-me, nele novamente que deve ter sentido que eu estava nua, mais não se mexeu, comecei novamente a alisar sua barriga bem devagar segurei o botão da cueca e comecei a soltar, ele colocou a mão em minha perna, desci minha mão até seus pelos fiquei alisando, desci mais e passei a mão por cima de seu pau que a essa altura já estava duro, ele suspirou, e levou a mão entre minhas pernas deve ter encontrado minha xoxota já bem molhadinha, eu já suspirava me apertando junto ao corpo dele, enquanto massageava o seu pau ele passava o dedo em minha xoxota, era uma sensação gostosa demais, então segurei aquele troféu que já estava bem duro, comecei a masturba-lo, ele gemia fui virando o corpo e comecei a chupar aquele mastro, coloquei todinho na boca e chupei gostoso, já saia um pouco de liquido salgado mais gostoso, ele virou-se e começou a chupar meus peitos que os bicos já estava em pé e durinhos, ao mesmo tempo em que a outra mão badalava meu clitóris, eu o chupava com toda a força, ele então virou e enfiou a cabeça entre minhas pernas fazendo um sessenta e nove, não aquentei sentindo o mastro pulsar fui por cima e o cavalguei comecei devagar e fui aumentando o ritmo ele segurou-me pelas nádegas e puxou para junto dele, aquele mastro garboso desapareceu dentro de minha xoxota, uma sensação de felicidade e fui inundada como a tempos eu não sentia, ficamos abraçados uns minutos e recomeçamos tudo de novo, foi o paraíso, gozamos juntos num gozo prolongado e delirante. Nem uma palavra foi trocada nos abraçamos e dormimos o resto da noite. De manhã quando acordei ele já tinha levantado, fui tomar meu banho quando sai, lá estava ele de pé na porta do quarto com a bandeja do café para eu tomar, fui até ele dei-lhe um beijo de língua que foi retribuído, senti o volume de seu pau crescer em direção de minha boceta, começamos a nos esfregar, fui abaixando lambendo seu peito depois seu umbigo e então enfiei a mão dentro da cueca puxei o pau dele para fora e abaconhei todinho, Alfredinho gemia me segurando pelos cabelos, tirei um pouco da boca para poder respirar e vi quão grande e bonito era, parecia envernizado, ele então se abaixou pegou-me pelo braço colocou-me na cama puxou a toalha e começou a chupar meus peitos com a mão entre as minhas pernas, eu já estava louca querendo aquilo tudo dentro de mim, pedi então – Vem meu filho, eu te quero todo, ele então veio por cima e enterrou de uma só vez aquele instrumento de felicidade e começou os movimentos de vai vem, que eu retribuía com todas as minhas energias, os movimentos meus e dele foram aumentando e gozamos. Abraçados ficamos um tempo enorme, foi então que ele disse – O que fizemos. Olhei bem em seus olhos e disse – Eu te amo, me faça feliz e eu te farei feliz.

Ele chegou-se abraçou-me pela cintura e disse. – Eu também te amo e te quero muito. Depois levantou-se foi ao banheiro se arrumou, voltou deu-me um beijo e saiu para a escola. Daquele dia em diante somos amantes, nos amamos ate perder o fôlego . Mais tem um grande segredo que eu prometi ao meu marido, que já mais eu revelaria, porque ele achava que se Alfredinho soubesse a verdade começaria a procurar os seus pais verdadeiros, uma vez que ele não é nosso filho de verdade, ele foi adotado, vou manter o segredo, e só revelarei se o nosso relacionamento causar qualquer prejuízo a Alfredinho, até lá continuaremos a nos amar com toda a força dos nossos corações.

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Casal Submisso

De: danielperiraxxx (danielperiraxxx@hotmail.com)
Enviada: segunda-feira, 14 de novembro de 2011 12:16:52
Para: contato_superlink@hotmail.com

A estória que vou contar é meia longa e aconteceu quando eu fazia anúncio em um site chamado desejosecreto no qual eu havia me descrito como homem que procurava uma mulher submissa.

Houveram alguns contatos normais com mulheres mas teve um em particular que me chamou a atenção e que eu achei que jamais fosse possível de existir. Mandou-me um email um homem que gostaria de saber mais de meus gostos pois ele era casado e que sua esposa tinha curiosidade no mundo bdsm.

Eu nem me dei o trabalho de responder e curiosamente na semana seguinte lá estava na minha caixa de entrada novamente o email da mesma pessoa se identificando com nome inclusive (vou chamar de Antonio pois o nome era bem comum) dizendo se eu teria interesse em manter contato.

Respondi que eu não acreditava que seria possível alguém querer que sua esposa com seu consentimento ingressasse no mundo bdsm, e que eu achava aquilo uma brincadeira.

Ele me respondeu praticamente no mesmo dia que não se tratava de uma brincadeira, e começou a explicar com mais detalhes dizendo que eram um casal realmente casado sendo que ele tinha 58 anos e sua esposa tinha 42 anos e que ele não possuía mais o mesmo desempenho sexual do passado e que sua esposa a um bom tempo havia comentado que tinha curiosidade no mundo bdsm mas de uma forma bem controlada e tinha interesse em ter contato com um outro homem que fosse sério mas que não gostaria que isso desse a impressão de traí-lo e sim fazer algo que ele soubesse e que não a deixasse frustrada ou abalasse o seu casamento.

Disse que nunca tinham participado de algo que houvesse o envolvimento de alguém fora do casamento e que tinham muito receio por serem pessoas sérias no entanto também tinham muita vontade de promover algo nesse sentido que fosse bom para ele e que fosse de encontro a vontade de sua mulher.

Respondi que eu queria saber mais a respeito de sua esposa e ele me enviou umas poucas fotos em que ela estava de biquíni sem mostrar o rosto, e gostei das imagens que eu vi, já que se tratava de uma pessoa de 42 anos.

Ele me respondeu que não se surpreendesse pois a sua esposa realmente era a das imagens e as fotos eram recentes, pois como ela não trabalhava a um bom tempo e cuidava da sua residência, dos filhos que já estavam crescidos, e do seu próprio corpo, fazendo natação frequentemente e exercícios através de pilates. Começou a me questionar o que eu gostava no mundo bdsm já que ambos não tinham nenhuma experiência apesar dela ter uma imensa vontade e também um bom tempo de pesquisa a respeito.

Como eu ainda estava meio ressabiado, disse que eu gostava do mundo bdsm de uma sessão de dominação e submissão que houvesse humilhação verbal e psicológica, imobilização parcial do corpo da submissa, privação de alguns sentidos com uso de venda e algemas, penetração oral e vaginal, enfim um relato de algo que pudesse não assustá-los e que eu pudesse ver se haveria como evoluir ou não.

Ele demorou uns 3 dias para responder inclusive me pedindo desculpas, pois eles tinham ido pesquisar mais a respeito do que eu havia dito, e que a esposa dele havia gostado de algumas coisas como humilhação verbal já que ela era uma mulher bem "certinha" segundo ele, uso de venda pois ela tinha medo que se envergonhasse e travasse na hora, mas tinha receio em relação ao uso de algemas e não poder interromper algo que não gostasse.

Eu respondi que isso seria normal para alguém iniciante e que achava que a esposa precisaria ter certeza de que realmente queria se submeter a uma sessão se submissão e portanto teria que se submeter a vontade de um dominador que tivesse vontade e condições plena de possuí-la como quisesse.

Dias depois ele me respondeu dizendo que gostaria de marcar um encontro para nos conhecermos pois gostaria de ter mais confiança em mim, e eu disse que para mim era surpreendente ter uma reunião com ele, mas que poderíamos fazer um encontro desde que sua esposa viesse junto.

Antonio me respondeu que agendaria um encontro entre ele, sua esposa e eu em São Paulo, e a faríamos em um local público, que eu achei melhor que fosse em um shopping.

Enviei um email para o Antonio dizendo que poderíamos nos encontrar no dia seguinte a tarde em determinado um determinado Shopping e em determinada lanchonete e horas depois me confirmou que estariam lá conforme combinado.

No dia combinado procurei chegar um pouco antes no local e fiquei do lado de fora aguardando algum casal que pudesse se encaixar dentro do perfil e praticamente dentro do horário marcado vi um casal chegando que parecia estar dentro do perfil que tinham detalhado, um senhor meio calvo e já com os cabelos grisalhos de 1,65m meio barrigudinho e uma jovem senhora que deveria ter 1,60m mas devido ao salto que usava demonstrava ser mais alta que ele, cabelo curto bem cortado, um corpo bem moldado, ambos bem elegantes e que aparentavam ter uma condição social muito boa em função da forma que se vestiam.

Dei um tempinho e adentrei a lanchonete e dirigi meus olhos para a mesa deles e logo percebemos ambos que estávamos nos procurando e fizemos um sinal e fui em direção a sua mesa. Perguntei se era o senhor Antonio e ele disse que era o Antonio não o senhor Antonio e se mostrou muito agradável e me apresentou a Elisabete que também sorriu e demonstrou um aparente nervosismo.

Fomos conversando de banalidades, se já conheciam o local, me disseram que eram de uma cidade do Vale do Paraíba, mas de vez em quando vinham a São Paulo e foram confirmando a estória que tinham me contado por email.

Eu ficava impressionado com a educação e a elegância de ambos, e com o imenso cuidado que o Antonio falava do casamento dele com a Elisabete.

Em determinado momento percebi que Elisabete quis falar e foi aí que notei o quanto ela olhava para mim, perguntou-me se eu era casado, quantos anos eu tinha, até que constrangida perguntou a quanto tempo eu tinha ingressado nesse mundo bdsm, e ficou impressionada em saber que eu tinha mais ou menos 8 anos de experiência com 36 anos de idade.

Perguntou-me então se não seria um empecilho alguém de 36 anos se envolver com alguém de 42 anos, e eu disse que não até porque ela não parecia nem um pouco ter 42 anos parecia ter muito menos, e vi um enorme constrangimento tomar conta dela. Disse a ambos que o que me atraia era a possibilidade de ter diante de mim alguém sob estado de submissão e isso é o que importava. Novamente Elisabete se expôs e disse que gostaria de alguém sério como aparentemente eu parecia ser que entendesse que na realidade ela ter algo que não ofendesse seu marido e nem abalasse seu casamento e que permitisse a ele colocar para fora algo com que sempre sonhou.

Então perguntei de uma forma bem cautelosa o que ela tanto tinha sonhado e foi então que coloquei-a na parede e vi claramente que ela não iria dizer, e foi então que Antonio deu uma risadinha dizendo que isto poderíamos detalhar depois.

Disse que tudo bem mas que eu gostaria que tivéssemos definido em linhas gerais o que ambos nos proporíamos a fazer antes de realizarmos algum encontro, e ambos concordaram que definiríamos antes.

Antonio então começou a me fazer algumas perguntas de onde fariam (eu disse que tinha um motel temático que eu usava especificamente para isso), quanto tempo duraria (eu disse que não menos que 6 horas), que deveriam ser tomadas algumas precauções e cautelas (expliquei que sempre usava preservativos e que sempre uso uma safeword para a submissa dar-me um alerta quando chegar o seu limite), o que deveria ser usado (disse que a maioria dos apetrechos que eu uso eu tenho mas que sempre exijo que as submissas tragam uns 3 tipos diferentes de roupas que gostariam de usar na sessão) e como faríamos no dia para nos encontrar, enfim.

Nessa hora eu sugeri que Elisabete viesse de ônibus para São Paulo com uma mala com seus apetrechos e eu a pegaria na rodoviária. Foi só então que eu entendi que na realidade o marido dela e ela queriam que estivéssemos os três na sessão, e aí me deu uma travada, pois já era bastante incomum eu ter uma sessão com uma submissa com o marido sabendo, que dirá com ele presente.

E ficamos os três com cara de espanto, e Antonio e Elisabete justificaram pois ela se sentiria totalmente segura em fazê-lo na sua presença e ele ficaria mais seguro em saber que tudo ocorreria dentro do combinado.

Confesso que fiquei preocupado em pensar que o Antonio também fosse submisso e que tinha intenção de participar da brincadeira, mas não revelei minha preocupação e disse que eu precisava de um tempo para pensar, e vi nos olhos de ambos a decepção nascer.

Mas eu disse que ia pensar com carinho e voltaríamos a conversar e começamos a nos despedir e então pude ficar lado a lado com a Elisabete e pude ver o quão gostoso era seu corpo, seu cheiro, enfim comecei a adorar a possibilidade de possuir aquela mulher, e ganhei um adorável beijo no rosto e um abraço de Antonio.

A possibilidade de poder possuir Elisabete em uma sessão de submissão me fascinava no entanto ter que fazê-lo na presença do seu marido me deixava muito intrigado e eu relutava muito.

Enviei um email para o Antonio dizendo que não conseguia imaginar eu possuindo a mulher dele na sua frente, e ele me respondia que essa era uma condição da Elisabete pois ela não tinha confiança em ficar exposta e vulnerável para ninguém além do que como não era uma traição ao seu marido e sim uma vontade de muitos anos represada ela gostaria de partilhar com ele e na presença dele.

Comecei então a elaborar um email no qual eu detalhava todas as condições que eu exigiria para que pudéssemos evoluir:
1)Todas as despesas seriam por conta do casal,
2)Iríamos no carro deles e eu adentraria no motel com eles escondido no banco de trás,
3)Que ela se produzisse como se fosse a algum evento importante devidamente maquiada e com colares/pulseiras/etc
4)Que levasse com ela ao menos 3 jogos de roupas provocantes e que igualmente levasse alguns jogos de lingeris bem provocantes (cinta-liga, corset, etc) para que pudéssemos fazer trocas caso eu não gostasse de algo,
5)Que o marido não participaria em momento algum de nada, nem mesmo opinando e ficando apenas e tão somente na condição de voyeur no local.

No dia seguinte me respondeu o Antonio dizendo que quanto as condições que eu havia colocado no email não haveria problemas, mas a Bete tinha ainda dúvidas com respeito as algemas pois ela acreditava que poderiam deixar marcas e ela tinha horror em pensar nisso.

Então respondi que eu estudaria alguma forma de fazer a imobilização parcial dela se que deixasse marcas, e pedi que me enviassem por email as imagens tanto das roupas quanto das lingeries que ela iria trazer e usar.
Pediram-me uns 3 dias pois ela teria que comprar algo e lavar e assim aguardei.

Alguns dias depois me enviaram mais ou menos umas 15 imagens entre roupas e lingeries e sinceramente aprovei todas mas respondi quais eu preveri ver vestido nela.

No dia marcado as 10hr da manhã nos encontramos no mesmo shopping aonde eu deixei o meu carro. Fazia muito sol e o tempo já estava quente e parecia que ia esquentar mais ainda. Cumprimentei o sr Antonio e peguei minha mala com os meus apetrechos e dirigi-me ao carro deles que era tipo SUV, preta e totalmente filmada (o que facilitaria bastante o meu ingresso no motel escondido), o sr Antonio abriu a porta traseira do porta-malas e coloquei minha mala e vi que ao lado havia uma outra mala.

Entramos no carro pela porta de trás e sentei no meio do banco traseiro do carro e o sr Antonio iniciou o trajeto que eu já havia enviado por email antes e a Bete que estava no banco dianteiro do passageiro soltou-se do cintro de segurança e virou-se para trás para me cumprimentar; ao se virar notei que a sua saia que era bem aderente ao corpo e sorrateiramente subiu e a obrigou a usar uma de suas mãos para que a imagem de suas pernas que se cobriam com uma linda meia fina preta não ficassem totalmente visíveis a mim. Vi que estava com uma peça branca meio cavada que valorizava bem o colo e avolumava os seus seios, uma saia com uns 2 a 3 dedos acima do joelho e um sapato com de altura média. Notei que ao contrário do que eu havia pedido, ela usava apenas brincos e uma pulseira não usava nenhum colar.

Acredito que ela tenha percebido que eu olhei, dentro do possível, detalhadamente a roupa que ela vestia, e então Bete me perguntou se estava vestida adequadamente e de uma forma que me agradava. Diante de tudo isso fiz um elogio a ela dizendo que estava muito elegante e atraente e percebi que ao me agradecer, ela deu uma bela gaguejada demonstrando claramente que estava nervosa, mas fiz de conta que nem havia percebido.

O sr Antonio procurou falar de coisas triviais para criarmos um clima agradável mas era absolutamente visível o quanto a Bete estava nervosa pois apesar de não conhecê-la era perceptível que uma mulher elegante e aparentemente culta começasse a iniciar frases com sentido e não conseguisse terminá-las como começava e então começasse a rir, mas não era um riso de felicidade e sim um riso de tensão.

Em certo momento o sr Antonio me perguntou se era a primeira vez que eu tinha um contato com um casal e eu disse que sim, era a primeira vez, e disse que eu só tinha aceitado sair com eles pois senti uma grande atração pela Bete e pq ela só aceitaria fazê-lo com a presença dele e ele havia aceitado ficar absolutamente passivo e sem nenhum envolvimento.

Ele respondeu-me que realmente nunca tinha passado em sua cabeça participar de uma situação desta no entanto com a idade que tinha achava que poderia fazer algumas concessões por causa da sua impossibilidade física de poder proporcionar prazer adequado a sua esposa e por ele entender que aos olhos deles dois não seria uma traição conjugal e sim um capricho um pouco mais ousado, já que a tempos a Bete tinha intenção de se envolver com outro homem de forma a sentir sensações diferentes, e segundo a Bete teria que fazê-lo logo pois achava que em breve poderia não atrair fisicamente mais ninguém.

Retruquei que isto dela não atrair fisicamente mais ninguém era uma bobagem já que pelo pouco que eu a tinha visto só não conseguiria atrair alguém que não gostasse de uma mulher bonita, atraente e charmosa; nessa hora novamente percebi inquietação dela e um rubor em seu rosto.

Foi então que Bete começou a dizer que na realidade essa vontade havia sido despertada de um fato real que quase ocorreu na vida deles. Em determinada noite eles voltavam de uma festa e apesar de morarem em um condomínio fechegarem felizmente quase o

Perguntei aos dois se havia procurado muitas pessoas antes e ele disse que sim, havia muitos casais que havia demonstrado interesse mas sem a participação do sr Antonio e muitos homens pretendentes mas que pareciam pessoas desequilibradas e o único que demonstrou alguma seriedade e manifestou confiança havia sido eu, aliado ao fato de eu morar numa cidade grande e distante o que impediria que tivessemos que vir a manter algum contato futuro involuntário.

Então perguntei para o sr Antonio o que ele fazia na cidade aonde moravam e ele disse meio secamente que era um pequeno empresário; não insiste pois achei que ele não gostou da pergunta e prá falar a verdade pouco me interessava.

Dirigi-me a Bete perguntando o que ela fazia já que não trabalhava e ela então começou a dizer que não era bem assim, que na realidade ela era formada em psicologia e administrava uma escola mas tinha delegado muitas das funções para alguns funcionários para evitar envolvimento pessoal e desgaste, o que lhe permitia ter uma grande disponibilidade e flexibilidade de horário.

Nesta hora dei uma forçadinha de barra e perguntei se, atraente como ela era, não acabava sendo assediada por alguns alunos, e ela acabou sorrindo dizendo que na realidade os alunos com mais idade tinham até 14/15 anos o que impedia qualquer assédio físico se houvesse até pq ela não achava que pudesse atraí-los, os eventuais olhares se dariam por parte dos pais dos alunos mas ela sabia muito bem como resolver tais situações sem criar embaraços à atividade estudantil.

Então forcei mais ainda e perguntei se as demais pessoas não assediavam, e ela disse que em cidades menores ficava difícil alguém assediar pois todo mundo fica sabendo da vida de todo mundo, e na realidade ela não estava em busca de algo que achasse que fosse conseguir por lá, pois não se tratava de sexo somente e sim a manifestação de vontades que se represavam no interior de sua mente e que nem ela sabia direito como faria para saciar a curiosidade de tais situações sem promover uma situação delicada com seu marido e nem parecer uma pessoa desprovida de qualquer juízo e dissercimento moral.

O papo estava empolgante e a cada minuto parecia que nós tres estávamos mais interessados nesta conversa, o ar exalava o cheiro da vontade incontrolável do que nos propunhamos a fazer e enfim haviamos chegado bem perto do motel que eu havia recomendado, e então procurei me abaixar no banco de trás de forma a não ficar visível para a recepcionista.
Passamos pela recepção sem problemas e o sr Antonio entrou com o carro na vaga da suíte que eu havia dito que ele deveria solicitar, e após ele fechar a porta da garagem foi que me ergui para evitar problemas com o pessoal do motel e sai do carro abrindo minha porta e em seguida a porta para Bete.

Como o carro é meio alto e parece que ela não estava muito acostumada a usar saias tão curtas, notei nova atitude de timidez e novamente uma de suas mãos teve que cobrir a repentina subida da saia que se iniciava, mas desta vez houve um breve sorriso no rosto e ela saiu do carro. Pude notar perfeitamente a diferença de altura que tinhamos apesar no salto que ela usava e pude perceber o quanto bem distribuído ela o volume de seu corpo.

Fomos adentrando ao quarto para verificar se estava tudo em ordem, e fiquei olhando para o rosto de ambos que observavam os apetrechos que haviam lá dentro; era um misto de surpresa e preocupação.

Eu disse a Bete que se sentasse em uma cadeira que havia lá, enquanto isto voltei com o sr Antonio até o carro para retirar as malas e colocá-las dentro da suíte, e em seguida fechei a porta.

Perguntei se algum dos dois tinha vontade de ir ao banheiro e ambos disseram que sim. Eu disse que o sr Antonio iria primeiro, e enquanto isso fui abrindo a minha mala de modo a que não fosse visível a nenhum dos dois.

Quando o sr Antonio voltou pedi que ele se dirigisse a uma das colunas que tinham alça de prender na parte superior e que erguesse seus braços em direção a ela. Peguei uma das algemas que tinha na mala e falei para que a Bete viesse até nós e prendesse os pulsos de seus marido nas algemas que ficariam presas na alça da coluna.

O sr Antonio perguntou a mim se isso seria necessário pois ela não faria nada para atrapalhar e eu disse que eu tinha que ter certeza que ele não interferiria em nada apesar de poder ver tudo, que era justamente o que ambos queriam.

Senti um momento de exitação e perguntei se queriam parar por aqui, e ambos me olharam e disseram que não. Então Bete encaixou as algemas na alça da coluna e em seguida o sr Antonio levantou novamente os braços e ela prendeu os 2 pulsos dele, o deixando imobilizado.

Falei a Bete que poderia ir ao banheiro, e enquanto isso fiquei imaginando o que faria com ela. Quando a Bete voltou disse a ela que se aproximasse e ficasse defronte do sr Antonio, levantei a sua cabeça de modo que ficasse olhando para o seu marido e coloquei as suas mãos atrás de suas costas e comecei a explicar a ele que a partir daquele momento a sua querida esposa seria minha escrava e se submeteria e faria tudo aquilo que eu quizesse do jeito que eu quizesse.

Mandei que a Bete se dirigisse ao seu marido, abaixasse as suas calças e tirasse a sua cueca, pois eu gostaria de ver se o sr Antonio se excitaria de ver eu possuindo a sua esposa.

Em seguinda peguei uma folha de papel com um texto que a Bete teria que ler em voz alta e no qual ela afirmaria que a partir daquele momento ela entregaria seu corpo e sua alma a mim e faria todas as ordens e vontades que por mim fossem solicitadas.

Voltei em direção a minha mala e retirei de dentro dela a minha máquina fotográfica, e percebi que ambos ficaram preocupados com o que eu iria fazer. Liguei-a e vi Bete dizer que não poderiam haver fotos de nada daquilo.

Então calmamente me dirigi ao lado dela e falei ao seu ouvido: "A partir de agora você não mais tem opinião sua cadela vagabunda, e a única coisa que será permitido dizer será sim senhor, entendeu?"

Percebi o quanto aquilo incendiou o corpo e a alma daquela mulher que prontamente acenou com a cabeça dizendo "sim senhor". Virei então para o sr Antonio que fazia uma cara de surpresa e disse-lhe: "Está vendo sr Antonio, vc não sabia que tinha uma esposa que era tão submissa assim, não é verdade?"

Comecei então a fazer algumas fotos e percebia que apesar da vontade de se entregar e sentir-se usada, Bete procurava desviar seu rosto para que não saisse bem visivel nas fotos. Então novamente cheguei bem perto dela e segurando pelo seus cabelos disse que ela deveria ficar com o rosto parado, e ela inclinou a cabeça e novamente disse "sim senhor".

Mandei ela levantar-se para que eu pudesse tirar algumas fotos suas de corpo inteiro e notei que ela começou a se soltar um pouco; quanto mais olhava para ela via o quanto ela era bonita e gostosa apesar de ter mais de 40 anos de idade. Quando achei que havia uma boa quantidade de fotos mandei que se Bete se ajoelhasse aos meus pés e olhasse para o sr Antonio, que neste momento já mostrava através do seu pênis que estava excitado com a situação que a Bete se portava diante de mim.

Ali ajoelhada disse a ela que o seu corpo passaria a ser meu e ela teria que se comportar como uma escrava e fazer tudo aquilo que eu mandasse. Constrangida abaixou sua cabeça e eu mandei que ela abrisse o ziper de minha calça e colocasse o meu pênis para fora. Ela continuou com a cabeça abaixada e não fez nada, novamente mandei que ela o fizesse e novamente ela continuou com a cabeça abaixada e nada fez.

Dei-lhe um pequeno tapa no rosto e disse que ela era uma escrava rebelde e deveria fazer o que eu mandava senão iria apanhar. Ela então começou a fazer o que eu havia mandado bem devagar e percebi que de certa forma olhava para o sr Antonio. Ao conseguir colocar o meu pênis para fora acredito que tenha ficado um pouco impressionada pelo meu pênis sem bem mais grosso que o de seu marido, e então falei a ela que deveria colocar o meu pênis em sua boca e olhando para o seu marido, começou a beijar e lamber meu pênis por um longo tempo.

Aquilo estava adorável, ver aquela mulher linda, elegante e sofisticada ajoelhada a mim beijando e chupando o meu penis.

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Minha empregada, minha amante

De: ricardo.prxxxx (ricardo.prxxxx@hotmail.com)
Enviada: quarta-feira, 07 de novembro de 2011 16:23:04
Para: contato_superlink@hotmail.com

Estava casado, em plena idade do lobo, muitos que ainda não passaram por essa idade não tem consciência do que ela representa. Resumindo, vivia 24 horas por dia obcecado por sexo, não podia ver uma garota que já ficava louco de tesão.

Bem minha estória começa aqui...
Minha esposa sempre fui de arranjar empregadas feias ou com um pouco mais de idade, até que uma dia por indicação empregou uma garota de 15 anos, com uns lindos olhos verdes um corpo muito bonito, e umas pernas finas de até tirar o folego. No começo só observava, mais porque eu estava com a moral baixa em casa, minha mulher me pegou conversando com uma garota e o negocio por lá ficou bravo. O nome dela é Vanessa, só o nome já me da tesão, um dia ela escorregou e esfolou o joelho, nada serio mas que a deixou com um leve ferimento.

Num domingo logo depois do almoço minha mulher resolveu ir deitar e depois que Vanessa lavou a louça do almoço foi sentar num degrau no quintal, ela estava com uma sainha, logo pude observar que estava com parte das pernas amostra, assim que cheguei mais perto pra poder observar melhor ela me chamou e mostrou o machucado, me abaixei de frente e segurando a sua perna machucada, pude notar sua calcinha amostra, percebi que ela estava fazendo aquilo pra me provocar, a principio fiquei com receio, pois minha mulher poderia aparecer, continuei a segurar suas pernas, ela me olhava com um olhar que nunca havia observado nela, estava respirando fundo, segurou minha mão e puxou a para dentro de suas pernas, levei os dedos até sua calcinha e pude perceber que ela estava molhada, aqueles olhos verde me fitando, meu instinto animal aflorando, meu pau já saindo por baixo de minha bermuda, ela olhava parecia que nunca havia visto um pau com 22 cm, enquanto procurava puxar de lado sua calcinha ela segurou meu caralho, percebi que tinha alguma experiencia, segurou com firmeza de quem sabia o que estava fazendo nisso coloquei meu dedo em sua bucetinha agora toda de fora, encharcada era a bucetinha mais linda das ultimas que havia comido, rosada aparentemente fechadinha e um grelinho saltando pra fora, sem pensar no perigo deitei-a no chão a a cobri de beijos, confesso que na hora estava propenso a colocar meu pau naquele grelinho, mas a experiencia de um homem que se encontra na idade de comer todas as chapeuzinhos vermelho, resisti e falei - agora não, outro dia.

Ela parecia que não tinha noção do perigo e não queria largar meu caralho. Subi (moro num sobrado) e fui de encontro a minha mulher e a acordei com o pau muito duro puxei sua calcinha e fui logo enfiando todo meu pau nela, deu risada e perguntou - o que houve que já chegou desse jeito? disse que só estava com muito tesão, e fiz com ela tudo que não fiz com a Vanessa, ela gozou e gostou. Nos dias seguintes aquela menina não tirava os olhos de mim, estava até preocupado, ela parecia que não tinha muito senso do perigo.

Num belo dia minha mulher me ligou no trabalho dizendo que teria que acompanhar a mãe numa consulta medica e que Vanessa iria embora mais cedo, logo vislumbrei uma grande oportunidade, seria hoje que teria aquela menina nos meus braços. Sai mais cedo e Vanessa ainda estava lá, quando me viu deu um grande sorriso, e pude notar novamente aquele olhar que me queimava seus olhos pareciam, apesar de verdes, em brasas, ela estava se aprontando pra ir embora, me falou que iria tomar um banho antes, saiu e foi ao banheiro dos fundos, deu uns minutos e fui até lá, para minha surpresa ela estava tomando banho com a porta semi aberta, não pude acreditar e fiquei observando, ela já havia me visto e continuou, seus olhos ainda estavam em brasas, meu pau já na minha mão observando aquele corpinho escultural próprio de uma garota de sua idade, passava o sabonete nas parte intimas como uma profissional, sabia o que estava fazendo, enquanto a olhava já com a porta mais aberta comecei a me masturbar levemente, não queria estragar aquele momento, aquela visão, terminando o banho fiz com que subisse até um quarto de cima, assim poderia observar melhor se minha mulher não chegaria, mesmo sabendo que só chegaria a noitinha.

Ela subiu só de toalha, mas carregando sua roupa, para um eventual fuga, era uma profissional mesmo. deitamos na cama não pude resistir comecei a sugar aquela bucetinha, já não sabia se molhada do banho ou de tesão só pude comprovar quando passei a língua no seu grelinho e dentro dela, estava com aquele gosto peculiar de uma buceta louca por um caralho, ficamos por longos minutos num 69 aquela xoxota me deixa doido, não conseguia ficar sem olhar, era como se fosse algo nunca visto. Sua boca babava num delicioso boquete, meus 22 cms todo encharcado pela sua saliva, me coloquei numa posição onde podia ter ao mesmo tempo seu bucetinha e seu cuinho, alternava entre um e outro, ela gemia, urrava, apertava, era uma ninfeta que sabia transar como uma mulher madura, pedia pra ser fundida queria meu caralho.

E como o tempo estava passando rápido, não tive outra alternativa, mas queria muito ficar mais tempo naquele transa, coloquei meus 22 cm em sua bucetinha, entrou sem muito esforço, fodia aquela linda e maravilhosa garota olhando em seus olhos, aquilo me hipnotizava, não queria mais sair de cima, foram 2 horas de muito tesão, não poderia gozar dentro de sua vagina, optei por um "boquete babado", como ela dizia e ria, enchi sua boca de porra, tirei pra fora e continuei a gozar em seu rosto e em seus cabelo, não pude resistir. Rapidamente ela se arrumou e limpou os cabelos e a boca, não daria mais tempo pra um banho. Após esse dia nos continuamos a transar, mas não mais em casa e sim, em motéis,e driça-in e em todos os lugares possíveis.

Ela passou a ser minha amante, com alguns conselhos ficou mais discreta em casa, e eu também evitava estar no mesmo hora que ela em casa, marcávamos nossos encontros por ligeiras palavras.

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Na academia

De: rexxx.xx (rexxx.xx@hotmail.com)
Enviada: sexta-feira, 04 de novembro de 2011 22:13:52
Para: contato_superlink@hotmail.com

Segunda feira, lá estava eu, em uma academia, a procura de restaurar meu corpo. Havia subido na balança na sexta feira e constatei que tinha aumentado três quilos. Três quilos! As curvas que despertaram o tesão do meu homem já davam lugar as dobras. Tinha que fazer alguma coisa.
Fui recebida por uma jovem muito bonita, magra, mas com um corpo lindo! Super simpática me apresentou a todos os professores e me mostrou os aposentos. Toda a aparelhagem era nova em folha e as aulas muito dinâmicas. Feito os exames médicos, me disse: “-faça uma aula agora, esse professor é a sensação da academia!”

Sorri amarelo e pensei “vambora lá”, fazer o que, né? A garota riu, me deu o nome das aulas e seus horários e me dirigiu até uma aula que tinha acabado de começar.

Fiquei em estado de choque! Tinha um belo rapaz, com aproximadamente um metro e noventa de altura, uns vinte e muito poucos anos, mulato, olhos verdes, cujos bíceps, tríceps e quadríceps eram de alucinar. Mexia-se como uma pipoca estourando. Pulava e gritava feito um louco. E que remelexo! Ai, ai! Lá vou eu, pensei.

No meio da aula, ele me perguntou se estava tudo bem. Sim, está. Continuei, num ritmo diferente da moçada. Uma garota linda, loira me chamou de tia e perguntou se eu estava bem. Sacudi a cabeça positivamente e continuei. Tia! Como pode ser cretina? Não sou irmã nem do teu pai e nem da tua mãe.

No fim da aula, Marcelo, ou Chelo, como era chamado se aproximou, elogiando a minha performance
– Você não se exercita há quanto tempo?
-Há uns seis meses! Em absoluto ócio...
- Por quê?
-Estava me sabotando...
- Não foi mal não! Agüentou bem a puxada, pra quem está retornando agora. O professor sorriu e deu uma piscadela de olho para mim. Fiquei feliz por estar ali naquele instante. Cantarolei don’t stop believe e saí rebolando. Nada mal pra quem está muito próximo dos quarenta, pensei...

Dormi bem e acordei animada, como há muito não me ocorria. Pus minha calça de ginástica rosa e meu top preto com rosa. Meu tênis era rosa e as meias também. Adentrei academia. Sete horas da manhã. Escutei uns meninos falando:
-que rabo essa coroa tem. Hoje à noite tem homenagem...
Coroa é a puta que o pariu! Falei comigo mesma.

Passei pela catraca e para a minha surpresa fui recebida pelo professor Marcelo. Sorridente disse que prepararia a minha ficha com as atividades programadas para que eu pudesse emagrecer. Maravilha. Três quilos, adeus!

Chelo me fez perguntas que eram necessárias a minha preparação.

- Quantos anos têm?

- – 30!

- – 30?

- – jura?

- Meu Deus! Não te daria nem trinta!

Gargalhei. Demos início a minha preparação. Fiz os exercícios com relativa facilidade.

Durante os exercícios, me segurava para que os fizesse corretamente, sempre me tocava. Exalava um odor maravilhoso. Aquele cheiro de suor, mas de homem limpo, me enlouquecia. Não ficava próxima de um homem desde o fim do meu relacionamento com Gustavo. Ainda bem que ele era jovem, e eu senhora.

Dia dezessete cheguei tarde, saí atrasada da minha seção. Segui para a academia para fazer esteira e bicicleta. Já não dava para fazer aulas. Estavam todas no final. Malharia um pouco e em seguida, tomaria uma ducha pra poder dormir. Eram quase vinte e duas horas, quando cheguei. Fechavam às vinte e três. Faltavam dez para encerrar o expediente. Corri para o chuveiro. Saí faltava um minuto, me enxugava rapidamente com o professor gritou que estava trancando a academia, gritei que ainda estava lá e que já sairia de lá! Tchelo respondeu dizendo que me esperaria, pois era a última que lá estava. Valeu gritei!

Continuei me secando, tirei a toalha, fiquei nua em pêlo para passar creme pelo meu corpo. Fazia rapidamente, não me dei conta que ele me observava. Quando o vi, fiquei sem graça, mas não me cobri. Percebi que ele estava de pau duro. E que pau! Virei de costas e não fiz nada além de me curvar para pegar minha calcinha. Ele ficou nu e veio pra cima de mim. Começamos a nos beijar loucamente, a língua dele estava na minha garganta. Lambia-me, mordia. Segurava a minha bunda, me esfregava aquele pênis enorme. Enfiava o dedo na minha vagina, tocando meu grelo. Gemi baixinho. Ele me guiava para o banco de madeira do vestiário. Deitei-me e ele deitou por cima. Abri as pernas, fui possuída por um jumento que me rasgou! Que cacete era aquele! A cabeça era grossa, cheio de nervos e parecia que explodiria a cada estocada. Tchelo dançava o rebolation dentro de mim. Empurrava a vara tão funda! Socava, tirava o pau e o punha novamente. Um delicioso vai e vem. As bolas batiam no meu rabo. Gemia, urrava.

Ele tirava e eu pedia para ele ficar dentro. Tchelo tirou a piroca chupou-me o grelo e lambeu meu cuzinho. Virou-me de costas.Eu disse não. Ele olhou meu buraco, me chamou de gostosa e perguntou-me se podia. Neguei novamente enquanto me socava a vara na minha xana. Fiquei sem ar, estava desfalecendo. De repente, a primeira cuspida na minha vulva. Ainda firme, me pôs de joelho e enfiou a pica dura na minha boca. Devorei aquele pau como há tempos não fazia. Engolia a vara, chupava a cabeça, lambia as bolas. Batia aquele caralho delicioso no meu rosto e batia punheta nele. O garoto delirava, me agarrava pelos cabelos e empurrava a pica na minha garganta. Pus-me a chupar suas bolas, dava pequenas mordidas nele. Fiz uma espanhola, esfregando seu pênis entre meus seios. Mais um jato forte saiu do corpo do meu mestre. Escorria entre meus seios e pela minha barriga. Nem chegou a amolecer. Chupei aquele pau melado, limpando com a minha língua e o menino delirou. Sentei no seu membro duro subia e descia freneticamente.

Deitei-me novamente no banco, levantando as minhas pernas. Ofereci a ele meu buraco e ele veio ocupá-lo. O professor segurou as minhas pernas no alto e meteu profundo. Alucinamos. Iniciou-se um tira e bota, com força, do jeitinho que sempre gostei. Virou-me de costas para me penetrar a vagina por trás. Em um desses vai vem, tive meu ânus arregaçado.

Gritei com sofrimento. Foi acidental e a palo seco. Pediu-me desculpas, mas continuou fodendo, não tirou. Esfregava a barriga no meu grelo, que gostoso. Apertei aquela vara dentro de mim. Ele endoidou. Pedia mais, enterra! Enterra! Gozamos juntos. Fui deliciosamente empalada por um gato de vinte e três anos.

-Que fôlego! Vamos transar assim sempre, que tal? Disse-me ele. Não vai precisar de dieta. Como você todos os dias feito um cavalo.

- boa idéia... Respondi com o rabo cheio de esperma.

Dei um banho de xota e rabinho no professor gatinho. Pus o moleque de quatro. Fui pega de surpresa, mas dei conta.

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Era apenas um churrasquinho


De: casadossbcxxxxx (casadossbcxxxxx@bol.com.br)
Enviada: quarta-feira, 02 de novembro de 2011 13:48:23
Para: contato_superlink@hotmail.com

Eu, (Pedro) e Lúcia sempre fomos um casal de namorado muito fogoso, nos amamos e adoramos transar com muito fogo… Infelizmente desde de que deixei de morar sozinho e voltei a morar com meus pais, temos que ter um comportamento mais recatado em casa. Quando queremos mais liberdade vamos um motel.

Era férias então numa terça por volta de 15:20h… Foi quando estava com ela em um churrasquinho, destes bem sussa. Ela usando um vestidinho, ela é extremamente linda, baixinha, morena, corpo lindo… quando usava vestidinho sabia que isso mexia comigo. Como em todo churrasco há bebida… o que ocasiona uma combinação perigosa… casal fogoso + bebida… = sexo com muita sacanagem…

Não demorou começamos a nos beijar e dar umas enconchadas e sussurrar sacanagem um no ouvido do outro. Não via outra opção e sugeri irmos a um motel naquela hora. Ela nem titubeou e aceitou na mesma hora, com uma condição, que passássemos em casa para ela se arrumar… Fico louco quando ela se arruma para transar comigo. Rapidamente ela subiu em meu quarto, enquanto eu separava umas cervejas… ela desceu com uma mochilinha. Não quis me dizer o porque, e também num perguntar muito, entramos no carro e fomos.

Quando chegamos, nossa, que quarto da hora… Aquele espelhão no teto, a cama redonda, uma hidro grandona esperando pra ser usada… Era demais… Daí a gente foi olhando tudo pra conhecer, abrindo mais uma cerveja. Logo depois ela ligou o som e tava tocando dance… Daí Lúcia, se inclinou olhando o que tinha sobre a mesinha que tinha lá, eu logo cheguei por trás beijando seu pescoço e dizendo que não era isso que ela queria? Agora vai ter… Abracei-a por trás, cheirei seus cabelos, disse que cheirosa, aí ficamos nos agarrando que nem louco, ela estava linda com aquele vestidinho. Comecei a beija-la, beijar, e beijando encostei ela parede e beijei mais ainda… Depois a gente voltou pra perto da mesa e começamos dançar como se estivéssemos em uma boate… Dançando e nos pegando. Eu por trás dela, conforme ela dançava e rebolava eu dançava no meu ritmo encostado com o pau durinho já por dentro da calça… Ela adora fazer isso, sentir ele enquanto rebolava… Até aí tranqüilo , foi quando ela me mandou deitar, pegou a mochilinha e foi até o banheiro… disse “não levante da cama que te faço uma surpresa!” Sem saber o que fazer louco para levantar e pega-la mas curioso com mais uma surpresa que ela estaria armando… Ela chegou com uma saia preta… uma blusinha justinha bem decotada e começou a dançar para mim… dançava se insinuando para mim a ponto de eu começar a morder os lábios…. Eu deitado na cama e ela de costas pra mim e eu vendo ela remexendo, depois virou pra eu ver seu rosto… Eu tava quase explodindo… fui levantar e ouvi um “Não… fica quietinho ai que eu ainda não terminei”. Sem reação e com o pau latejando obedeci.

Ela se virou e começou a dançar de novo, daí ergueu a blusa, depois mais um pouquinho, daí se virou de frente pra mim, e ergueu na altura dos peitos, e tirou a blusa jogando-a em cima de mim, e por incrível que pareça, peguei a blusa com a boca! Eu nem acreditei, mas aquilo foi mais excitante ainda… Daí ela tava com um sutiã de amarrar no pescoço, desamarrou e deixou as tirinhas penduradas e continuava a dançar, hora que ela virou novamente de costas não resisti e puxei-a e a fez sentar no colo dele e dançar em cima do meu pau, mas com roupa ainda… Não só eu, mas ela parecia estar gostando muito daquilo, então eu desabotoei seu sutiã atrás e quando eu ia tirar, ela o segurou e levantou e continuou dançando pra mim e foi puxando o sutiã devagarzinho pra fazer eu olhar com atenção e até me deixar mordendo a boca de novo… Então tirou e jogou em mim novamente! Daí se virou e dançou soltando o lacinho da saia… ameacei pega-la de novo mas ela escapou e continuou seu strip… em pé dancei um pouco encoxado com ela, segurando seus peitos suculentos antes de ela me por sentado de novo.

Enquanto rebolava, ia descendo a saia e deixando parte da bunda a mostra com uma calcinha preta e rebolando enquanto tirava, eu tava enlouquecendo… Então tirou e voltou pra mim… Depois a gente se levantou e ela tirou a minha camiseta e minha calça dele, me deixando só de cueca e alisava meu pau inteiro, por cima da cueca ainda, duro de tanta excitação, eu não tava me agüentando, tirei a cueca e tirei sua calcinha também… Então fomos pra hidro relaxar na água morninha. Enquanto a banheira enchia, eu molhei meu pau na água e ela se pos a me chupar deliciosamente. Depois a gente relaxou na banheira, então pus ela cima do pau dele sentada, deixando meu pau entrar todo na sua bucetinha, ela rebolou no ritmo da música, mexia de varias direções, nossa, nem demorou mais de 1 minuto e gozei e disse: ASSIM VOCÊ ME MATA!

Daí eu fiquei na hidro na outra ponta de frente com ela e ela massageando o pau. Depois chupou ele dentro d’água… e disse “eu ainda quero muito mais” Depois de um tempo lá, tomando cervejinha na banheira e tal, saímos de lá… Enxugamos-nos e fomos pra cama. Aí no que eu deitei, ela veio pro cima de mim me beijando e disse na minha orelha “faltou um chantily…” foi descendo beijando meu corpo até chegar no meu pau novamente… chupou ele até deixa-lo todo melado, desceu até as bolas e me fazia gemer de prazer… chupou tanto ele, que ele delirava e pedia para parar, pois se não gozaria de novo, e ao mesmo tempo pedia para continuar pois estava delicioso também falava umas besteirinhas enquanto ela chupava, ela gosta de ser chamada de safada, puta, de uns tapas… sempre de uma forma ofensiva mas carinhosa.

Quando não agüentava mais e inverti a situação e passei a chupa-la com gosto… gosto de sentir aquela buceta toda molhada de tesão, passava a língua no clitóris de um jeito que ela se contorcia toda, e gemia de tanto tesão que sentia naquela hora… Daí depois de ver que ela estava mais molhada do que já tava, deitei sobre ela e comecei come-la com vontade. Com os corpos colados nos mexíamos enlouquecidamente… Pedi pra ela fosse para o canto da cama e eu em pé, ela com as pernas abertas e erguidas enquanto eu metia e olhava tudo ao mesmo tempo, era bom demais então fazíamos com cada vez mais força até que coloquei o dedo em seu clitóris e ela rapidamente começou a se contorcer e gozar… sentia sua bucetinha contraindo com meu pau dentro.

Quando ela estava voltando a se pedi que viesse por cima de mim… ela veio e rebolava e mexia muito gostoso… eu estava quase para gozar novamente quando ela disse “ de quatro, quero de quarto”. Ela adora esta posição e eu também… comecei a pega-la de quatro dando tapas em sua bunda e chamando-a de safada. Ela novamente gozou, chegando ao segundo orgasmo antes que eu… ela falava besteiras “me come seu gostoso, me fode vai machão”… ouvir aquilo me deixou doido e quando disse que iria gozar ouvi ela dizendo… “goza em cima de mim, goza…” tirei o pau da sua buceta fiquei em pé e ela ajoelhou chupando minhas bolas e juntando os peitos para eu que gozasse neles… Não deu outra gozei como se estivesse sem gozar a uma semana. Deixei- toda lambuzada… depois com a perna mole… e sem forças adormecemos por alguns minutos…

Acordamos tomamos uma ducha juntos… ela ainda fez questão de me provocar me chupando um pouco no chuveiro… Depois comemos um chocolate e fomos embora…
Foi uma delícia.

Te amo linda!!!

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Brincando com fogo

De: janainarebeloxxx (janainarebelo_xxx@yahoo.com)
Enviada: terça-feira, 01 de outubro de 2011 22:14:12
Para: contato_superlink@hotmail.com

Sou bailarina profissional e desde que me lembro,sempre fui apaixonada pela dança. Leciono três turmas,balé pra meninas pela manhã,à tarde pole dance pra mulheres, e quase a noitinha stret dance. Em uma dessas aulas de pole,me reencontrei com o Hugo,era um ex namoradinho de infância, agora namorado de uma de minhas alunas. Percebi o quanto ele ficava excitado ao me ver dançar,e eu,por pura vaidade feminina fazia questão de ser bem mais provocante quando ele estava presente. Em um dia ele chegou no meio da aula e sentou estrategicamente à centímetros em frente da minha barra pra assistir,tocava uma música de batidas fortes e letra insinuante.

Subi ao topo da barra e comecei à provoca-lo, usava um body bem cavado. Rebolei devagar simulando um vai-e-vem,empinei bem o bumbum e de ponta-cabeça de modo que meu rosto ficou quase entre suas pernas,lambi os lábios devagar com a ponta da língua e gemi baixinho,com a boca aberta e os olhos fechados. Ele estava com uma bermuda de tactél e provavelmente sem cueca, deu pra ver o quanto o pau dele tava duro,fazia um volume enorme na bermuda,o que me deixou excitada. Subi novamente esfregando minha buceta na barra,imaginando ser aquele pau grosso do Hugo,já estava bem molhadinha e sei que ele estava louco,se contorcia e fazia caretas,desesperado,com medo que alguém de alguém notar. Desci dessa vez de frente pra Hugo,abri bem as pernas,por causa do body pequeno e apertado,ele viu as laterais da minha bucetinha,o sinal dos pêlinhos recém depilados despontando,a sáliência do meu grelhinho já bem inchado de tesão,e que eu estava molhada pois o fundo do body me denunciava. Percebi que a perna da sua bermuda também estava molhada. Hugo,fechou os olhos,soltou um longo suspiro e saiu do estúdio para o corredor.

Pedi licença as meninas,queria ir ao banheiro,precisava me masturbar,estava louca. Na porta do banheiro Hugo me agarrou pelas costas,me envolveu com os dois braços,um em cima dos meus seios outro em minha cintura,esfregava o pau duro no me bumbum com tanta força que chegou a doer. Disse com a respiração ofegante ao meu ouvido:
- Cuidado cachorra! Quando eu te pegar,vou te comer toda,gostosa! Vou apagar esse teu fogo.
Coloquei minha não na abertura da perna do body,meti meu dedo indicador bem fundo na minha bucetinha,dei um gemido,tirei ele todo molhado do meu mel,ofereci a Hugo que ainda agarrado comigo,colocou-o todo na boca e o chupou. Ele queria entrar comigo no banheiro,disse que não era seguro e que marcaríamos outro dia. Entrei só,me masturbei pensando nele.
Na semana seguinte já na hora de fechar, Hugo veio,fechei as portas pois o espetáculo ia ser só nos dois agora. Mal me afastei da porta ele me agarrou e me jogou em um puff que havia no canto,puxou a regata que eu estava com força rasgando-a. Ele estava louco. De uma vez só tirou meu short e a calcinha,chupava meus seios agora com força.
Doía mas,tava muito gostoso,mordia meu ventre,percebi que deixava as marcas. Me colocou de quatro deu dois taras em meu bumbum e disse no meu ouvido: - Eu você vai deixar.né?

Ele sabia que eu não faço anal.
- Só se você realizar uma fantasia minha. Quero me masturbar pra você,e quero que você só olhe.
Ele concordou. Peguei minha camiseta rasgada e o amarrei em uma barra com as mãos pra trás,sentei em uma cadeira em sua frente,abri as pernas,enfiava e tirava o dedo da minha buceta,esfregava o grelhinho e colocava meu dedo na boca de Hugo. Ele urrava,gemia,pedia pelo amor de Deus para eu desamarra-lo,seu pau parecia que ia explodir de tão inchado... Eu continuei a a brincar enfiando meu dedinho. Eu não aguentava mais.
- ahhhh! Aiiiii! Vou gozar!
Gozei. Meu corpo doía precisei de um tempinho pra me recompor. Hugo havia gozado também,o pau ainda estava duro mas,ele parecia cansado. Eu estava certa de que ele não iria querer nada mais naquela noite. Me vesti,usei uma das blusas do uniforme desamarrei Hugo e disse:
- Vamos! Já é tarde.
Ele num movimento só me jogou no chão, mordeu meu seio esquerdo fez um ruído como um assovio e disse ao meu ouvido ...
- Eu ainda não acabei....

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Estudando na casa da Angélica

De: ceciliaxxx (ceciliaxxx@yahoo.com)
Enviada: segunda-feira, 31 de outubro de 2011 15:03:41
Para: contato_superlink@hotmail.com

Sou formada em pedagogia, amo de paixão o que faço, tenho 35 anos, sexualmente satisfeita, tenho um marido que é um amor de pessoa compreensivo e permissivo ao mesmo tempo, sempre que chego ate ele com uma cara de puta safada consigo o que quero, sou amante do incesto, minha família inteira é praticante, isso como já disse consigo com um argumento bem safado quando ele, (Marcio) esta afim de uma trepada sacana, apenas observo e então falo durante a trepada o que eu estou querendo e então ele concede rapidinho mesmo.

Bom, mas vamos ao relato de hoje, depois de postar o meu primeiro relato tive um numero considerável de pessoas que adicionaram o meu endereço de e-mail e sempre que posso procuro responder aos e-mails, bem como sempre que estou online procuro conversar com aqueles que me add, e hoje ao acessar meu hotmail encontrei alguns online, conversei com eles enquanto falava com um deles, Paulinho chegou e viu o estava falando, acreditem estava falando do que havia acontecido na casa da nossa amiga Angélica, casa alias em que ainda estávamos, pois como somos os três professores e estamos querendo fazer mestrado estamos desenvolvendo juntos o nosso projeto de mestrado, e ontem domingo cheguei na casa de Angélica pouco mais das 14:00, pois tínhamos que buscar algumas bibliografias, bom mas isso não vem ao caso do que é objetivamente o nosso propósito aqui, Marcio meu marido foi ate a casa de Angélica me levar, quando chegamos ele viu o carro de Paulinho, nosso amigo encostando também, daí me olhou de soslaio e perguntou.

É só trabalho de mestrado, ou tem algo a mais? Como sempre somos muito sinceros uma como o outro respondi: Ah, amor inicialmente é só trabalho, mas se pintar uma situação não vamos perder oportunidade, e se acontecer contarei pra você tudinho, meu corninho safado. (Porque o Paulo é parte do nosso casamento, sempre que ele quer ter uma boa transa ele liga para o Marcio e pergunta se eu posso ir ate o apartamento dele, pois segundo ele ta afim de traçar uma gata gostosa, e meu marido sempre deixa ou ate me leva, quando esta com tempo fica para participar quando não tem tempo apenas pede para eu ligar ou então o Paulo mesmo me leva pra casa). Então fui ao encontro da boca de Marcio dei-lhe um selinho acariciei o seu cacete, o mesmo ele fez em retribuição acariciou-me a xana.

Desci do carro e Paulo veio me encontrar enquanto isso Marcio nos observava do carro, Paulo chegou deu-me um selinho também e enlaçou minha cintura e disse para Marcio: fique tranqüilo cuidarei dela pra você, ou melhor, cuidarei dela para nós. Sorriu com uma cara de safado e foi me puxando pela mão ate o interior da casa de Angélica, ao entrar nos deparamos com ela linda loira e sorrindo da situação. Então fui até a geladeira de Angélica peguei um copo com água e me sentei no sofá, Paulo como sempre foi abraçar e beijar Angélica então sentamos no sofá para planejar o nosso estudo, depois de um pouco de papo resolvemos retirar a mesa de centro e sentarmos no carpete mesmo, como sempre não nos observamos como estávamos vestidas, eu usava uma pequena saia jeans, e uma calcinha pretinha minúscula, Angel usava um shorts de pernas folgadas que deixava a mostra sua calcinha da mesma cor do shorts branco, Paulo sentou apenas olhou na minha calcinha e na da Angel, não comentou nada pegou um livro de Freire e começou ler, mas senti ele um pouco inquieto, olhava ora na minha calcinha ora na da Angel, quando olhei no seu shorts não quis acreditar no que estava vendo, pois estava com o pau duro, olhei rapidamente para Angel, devagarzinho deitei na direção dele e levei a mão e peguei no seu pau, Angel ao ver aquela cena não fez de arrogada veio pra junto de mim, então largamos os livros e parimos para a putaria, Paulinho enfiou a mão esquerda por entre as pernas do shorts de Angel, e a direita embaixo da minha saia e passou a massagear nossas xoxotas simultaneamente, de forma que nossos rostos se aproximariam involuntariamente, caímos então e nos beijamos enquanto ele bolinava nós duas de uma vez, não demorou muito estávamos os três num rodízio de bolinamento, um bolinava o outro, eu retirei o short de Angel, que retirou o de Paulinho que retirou o meu, com isso concomitantemente eu chupava ela, que chupava ele e ele me chupava gostoso.

Não demorou muito e meu celular tocou, era o meu Marcio, que parecia saber do que estava acontecendo, o atendi e falei: oi amor, adivinha o que estou fazendo, ele apenas me disse: pela sua voz de safada, deve estar dando para o Paulinho, então respondi: ainda não amor, mas estou chupando a xaninha de Angel, você se lembra como ela é suculenta e cheirosa? Ele safado como sempre, me respondeu: como eu poderia esquecer, esse sabor gostoso esse aroma maravilhoso? Cadê o Paulinho amor? Ele me perguntou, então respondi: ele esta aqui com a língua todinha dentro da sua putinha que sou eu, enquanto a Angel o chupa.

Paramos de chupar e fomos falar com Marcio, ele como esta viajando não pode participar, mas disse que deveríamos nos divertir, respondi em nome dos outros: amor fique tranqüilo, porque vamos trepar ate não agüentar mais depois vamos fazer o trabalho. Ele pediu para deixar um pouco de tesão para quando ele voltar no próximo dia vinte desse mês. Voltamos a nossa atividade, ou seja, a nossa chupada tripla, Paulinho me chupava e enfiava o dedinho safado no meu cusinho que piscava sabendo o seu destino final era ganhar rola, pois ele, Paulinho adora comer minha bundinha segundo ele é porque eu sei ser puta e vadia na hora do sexo, depois de um longo período no tapete da sala fomos para o quarto, para mostrar o quanto sou vadia fiquei de quatro e Paulinho enfiou o pau em mim então saímos andando engatados como dois animais, e Angel foi junto olhando e esfregando o grelo falando que queria ser cadela também, então Paulo falou pra ela esperar ele levar uma vagabunda depois ele voltava buscar a outra e o transporte seria a rola, ela deveria esperar pronta pra ser engatada para a .

Ao chegar no quarto ele me deixou na cama voltou com o pau na mão eu voltei só para ver o que ele iria fazer com a safada na sala, ele apenas encostou o pau na xoxota dela que estava virada pra ele e empurrou de uma vez ate o pé, ouvi quando ele perguntou: é isso vagabunda que você estava esperando? Ela com a cara de vadia mesmo apenas acenou com a cabeça e saiu andando de quatro com aquela geba na xana, ao ver aquela cena me posicionei de quatro esperando por aquele cacete outra vez, então Paulinho veio e como foi com Angel ele segurou o pau com a mão, e batia na entrada da minha xana e me perguntava se ele havia me deixado ali ou na cama, então tornou enfiar ate o pé e me levou pra cama, surrou-me bastante então vimos Angel de quatro no outro lado do quarto esperando por vara também, ele Paulinho foi ate o armário de Angel pegou um consolo que ele havia dado de presente pra ela entregou a mim e disse-me: vou ali educar aquela vadia agora espere aqui enquanto isso use esse brinquedinho, sem pestanejar peguei o brinquedinho e meti ele todinho em mim e então perguntei a ele: é assim que você quer que eu faça com esse brinquedinho? Ele nem me ouviu, pois estava dando um corretivo na Angel, ele bateu o pau na entrada da xana dele e enfiou de uma vez e a trouxe onde eu estava brincando e então nos deitamos e enfiei aquele brinquedinho na xana dela Paulinho a colocou de quatro e começou chupando ela enquanto isso eu olhava, então me levantei fui ate a penteadeira peguei o gel passei no cusinho de Angel e coloquei o dedo para depois introduzir o brinquedinho, Paulo chupava ela e observava a minha ação largou ela por minha conta e veio atrás de mim senti apenas o gel descer no meu reguinho e ele então forçou um pouco a piroca dele e fez ela passar a cabeça enquanto isso eu fodia minha amiga com aquele brinquedinho, depois de me foder ele pegou o embalo e foi atrás dela e meteu de uma vez, eu ouvindo os gemidos de Angel peguei o gel que estava junto a nós besuntei bem a minha mão e passei no cusinho moreno de Paulinho enfiei um dedo e como de costume ele relaxou então enfiei outro depois enfiei o brinquedinho ele apenas deixou livre o rabo e eu enterrei tudo e perguntei se ele sabia o que ele faz com os nossos cusinho?

Ele disse estou vendo e sentindo porque vocês gostam tanto, porque é gostoso, quando ele estava pra gozar fui e coloquei minha xana na cara de Angel que me fez gozar junto com os dois. Foi mesmo que estar marchando para o céu. E hoje pela manha quando nos acordamos a primeira ligação foi do Marcio que esta numa cidade distante, ele esta tentando fechar uma turma de Pós-graduação, então por isso não esta junto com a gente, mas ele sabe que sou putinha e que adoro dar para o Paulinho. E quando estava acessando o meu MSN para verificar alguma coisa, qual não foi o meu espanto com tantos add e um deles o Roberto (nome fictício para não expor ele, pois não pedi autorização para divulgar o nome dele), fez algumas perguntas e das perguntas dele ascendeu nosso fogo e caímos outra vez na putaria, e Angel não podia ficar de fora mesmo nos fodemos ate quase não aguentar mais.

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Fio Terra

De: sandra_xxxxxx (sandra_xxxxxx@hotmail.com)
Enviada: quinta-feira, 27 de outubro de 2011 23:16:11
Para: contato_superlink@hotmail.com

Sempre fui muito ligada a sexo, desde pequena, pelo menos na imaginação.Lembro uma vez no jardim de infância, deveria ter entre 5 ou 6 anos, que roubei uma gravura da escola, devolvendo no dia seguinte, sem que ninguém percebesse. A gravura era composta por um médico, uma mãe e seu filhote, todos cachorros. O filho estava na maca com o bumbum para cima com cara de assustado, o médico com uma injeção enorme nas patas e a mãe segurava o filho. Seria uma imagem normal para uma pessoa normal.Mas lembro bem que aquilo me deixou excitada. Hoje não sei definir o que senti exatamente. Tinha também minha brincadeira predileta, com a Barbie, Bob ainda não tinha sido lançado. Criava o cenário de uma casa, e lembro que rapidamente Barbie e Mickey acabavam na cama. Para não fugir à regra perdi a virgindade aos 14 anos, com meu primeiro namorado e posteriormente, primeiro marido.

Éramos totalmente liberais, iniciamos diferentes coisas juntos; era a fome com a vontade de comer. Par sexual perfeito. Sem falar nos 24 cm de puro êxtase. E foi com ele que o gosto pela inversão começou.Acredito que eu tinha uns 17 para 18 anos. Chega um dia e me conta o que um amigo tinha confidenciado: - Paulo me disse que transou com uma mulher mais velha, que fez um negócio nele, que o deixou doido? - Hum...

O que? - Enfiou o dedo no cu dele enquanto ele gozava. Ele disse que o gozo ficou ainda mais gostoso, que nunca tinha gozado tanto. Vamos fazer? - Tem certeza que quer mesmo? - Claro, se é tão bom assim!-Vamos ver.Não fizemos de imediato.

Nesta época morávamos em cidades diferentes. Ele vinha me ver todo final de semana.Não tínhamos dinheiro, portanto motel era fora de cogitação, a gente aproveitava momentos e locais que melhor convinha. Lembro que até o elevador era propício. A gente apertava o botão de emergência entre um andar e outro, apagava a luz e mandava ver.Rs...hoje eu rio. Imagine a cena, ele com o dedo no botão do elevador, ficávamos em pé, ele bem mais alto que eu, dobrava um pouco os joelhos, e eu montando nele.Rs...muito doido!Às vezes no sétimo andar, o prédio tinha 6 andares. Quando a gente percebia que todos estavam dormindo íamos para a escada que dava para o sótão do prédio e matava a vontade.Desde o momento que ele manifestou a vontade até acontecer, demorou um certo tempo. Era tudo questão de oportunidade, e num sábado ela surgiu.

Minha família tinha ido para o sítio e ficamos somente nós dois em casa. Montamos acampamento na sala, era onde tinha a TV. Aproveitamos o máximo que podíamos, transamos muito. Quando caiu a noite, eu quis fazer-lhe uma surpresa. Fui à cozinha, coloquei algo no fogo para cozinhar e voltei à sala.Pedi que ficasse de costas, montei atrás dele, comecei a beijar sua nuca. Ele adorava, arrepiava-se todo, esfreguei minha xaninha na sua bunda. Senti que ela ficou toda molhadinha.Pedi que se mantivesse daquele jeito e com olhos fechados. Voltei com o “algo” já morninho.Abri seu bumbum, que bumbum gostoso que ele tinha, durinho, cabeludinho, mas uma delícia.E comecei a lamber de mansinho, tomando o cuidado para não passar a língua diretamente no reguinho, só rodeando. Ele amou, empinou seu rabo e com as mãos o abriu, insinuando que queria ser mamado diretamente.Aproveite a chance e comecei a introduzir o "algo" nele.

Caracá! Não previ o que viria. Ele gemeu forte, estremeceu com o calor, seu cu abriu-se de imediato, e pediu que enfiasse tudo. Enfiei quase tudo com medo que se perdesse e não saísse mais. Não imaginei que para um começo ele fosse querer algo maior. Afinal, até então eu só fazia deixá-lo tarado com minhas lambidas, chupadas, mamadas e língua. Era pouco maior e mais grossa que meu dedo médio, uma pequena cenoura descascada, que ficou deliciosa depois que fervi. Vendo o que era e o tamanho, ele enlouqueceu. Queria mais e maior. Acho que pegamos uma banana e encapamos com camisinha. Não foi bem a mesma coisa, afinal a banana não deu para esquentar. Eu sei que nesta noite experimentamos várias coisas, e ele sabia dar gostoso. Podia jurar que naquele momento ele era uma verdadeira puta, e eu sentindo o que os homens sentem.

A cada nova introdução, ele ia aumentando seu rebolado, mexia de um jeito que me deixava doida. Ele se entregava por completo, parecia até frágil. Sentia- o sob meu domínio. Foi criando dentro de mim uma nova sensação. Um misto de poder e reponsabilidade, no qual eu poderia fazer o que quisesse com ele, e ao mesmo tempo teria de ter o cuidado de não machucar. Fui ficando viciada nesta sensação, e ele também na de ser possuído. Deste dia em diante a finalização das nossas transas sempre envolvia comer ele de alguma forma. Ou eu enfiava o dedo na hora que ele me penetrava, ou qualquer outra coisa que tínhamos à mão. Muitas vezes montava e lembro do tesão que me dava em esfregar meu grelinho no seu rabinho, ficava insana. O quentinho que vinha do seu cuzinho fazia meu grelo inchar, nestes momentos tinha vontade que ele crescesse para poder penetrá-lo. Apertava e fechada sua bunda, me sentia dona dele, gozava possuindo "minha putinha gostosa".

Casamos, mantendo o mesmo ritmo, transávamos todo dia, ás vezes, mais de uma vez, mas ainda não tínhamos dinheiro.Só ele trabalhava, então a grana era para o essencial. Lembro de catar moedinhas para comprar cigarros. Sem dinheiro, e nem acesso barato ao que se vê hoje em termos de acessórios, resolvi fazer um eu mesma. Tinha um lápis, longo e emborrachado, perfeito para servir de "espinha dorsal" do meu novo membro, envolvi com várias camadas de algodão e por sobre elas outras tantas camisinhas. Fiz em segredo, queria que fosse surpresa. Na noite de estréia, tão ansiosa que estava para usar, disse que ele não ia fazer nada comigo, que eu faria daquela noite, sua noite. Primeiro fiz uma depilação total em suas partes íntimas. Região pubiana, saco e ânus. Ficou tudo muito lisinho.

Ele adorou. Ficava passando a mão e dizendo: - Delícia hein? Hum…nada de cabelo para atrapalhar, vai chupar com gosto vai? Passei a chupar seu pau, não conseguia engolir tudo devido ao tamanho, mas ele amava do jeito que eu fazia. Coloquei a cabeça toda na boca e rodei minha língua em volta dela, fui melando seu pau com minha saliva, escorregando até alcançar seu saco. Parecia uma manga, daquelas sem cabelo, me deliciei ali um bom tempo. Engoli ao mesmo tempo que a língua esgueirava-se pelo períneo. Ele abriu melhor suas pernas e arqueou o quadril.Desci mais um pouco serpenteando minha língua ao redor do furico.

Ele ficava louco com isto, insistia para penetrar a língua, eu gostava de vê-lo se contorcendo e implorando. Rebolava querendo que minha boca mamasse logo seu cu, e eu esquivava deixando-o enlouquecido. Quando percebi seu nervoso, dei um lambidão de misericórdia, ele soltou um gemido sofrido, de alívio, de tesão guardado. Lambi por vários minutos, até sentir sua rodinha se abrir, sabia o que desejava.Mamei bem gostoso, enfiei a pontinha da língua virando-o de bruços. Montei como sempre fazia, comecei a beijar sua nuca, e esfregar meus seios já duros de tesão nas suas costas. Ele empinou o rabo, fui descendo com a língua até encontrar seu reguinho. O olho cego se abriu.

Mamei com vontade, abriu-se mais, ele não parava de rebolar.
Coloquei o brinquedo na boca para que ficasse bem melado e quentinho, enquanto enfiava um dedinho. Se não fosse a pressão que fazia nas suas pernas presas sobre as minhas, meu dedo tinha entrado todo, tamanha a vontade que estava de ser penetrado. Eu pensei: "Calma amor, você vai ter em dose dupla o que está pedindo."O brinquedo devia ter uns 16 cm. Nunca antes tinha enfiado qualquer coisa com mais de 12 cm dentro dele. Enfiei mais outro dedo, e fui laceando a abertura daquele reguinho delicioso.Enquanto metia, cuspia para deslizar mais macio.Ele gemia feito puta no cio! E rebolava mais gostoso que uma( segundo dizem...rs).

Tinha uma flexibilidade na cintura que me dava inveja.
Ordenei que ficasse quieto: - Para de mexer safada, quero te chupar!
Dei uma cuspida e abri a boca, e fiz ahhh para ele sentir o ar quente. Quando ele imaginou que seria mamado, penetrei o aparelho. Ele estranhou, queria ver o que era, eu disse: “Sem frescura, anda! Joga o rabo pra trás, aassiiim.. Anda cachorra, dá direito o cuzinho vai.. Agora rebola! Isso..”Ele se soltou geral, o membro doméstico entrou todinho, ele gemia, berrava, urrava de prazer. Não agüentei ficar só segurando e olhando montei em cima dele, pressionando o pau mais para dentro e simulei que fosse meu, fazendo movimentos de vaivém atochando ainda mais fundo no seu rabo. Comecei a acelerar, parava, esfregava a buceta para frente e para trás...

Com “meu” pau todo dentro dele, foi ficando maluco, comecei a meter forte, rápido, sem parar, gemia, fechava os olhos, mordia a boca... Que loucura... Podia sentir seu corpo febril, minhas mãos enlaçavam-no firme, não queria que nada interpusesse entre nós, nem vento. Queria senti-lo colado a mim, como num só. Ele pedia: -Delícia de macho, fode gostoso sua putinha, fode. Meu rabo é seu, fode com força.Eu delirava de prazer e emoção, sentia-me realmente seu macho. Sentia que ele era toda minha.Eu dizia em seu ouvido: - Tá gostando safada, tá? Diz que tá gostoso diz. Ele enlouquecido grita: -- Ai que rola gostosa hhhhhuuuuuuummmmmmmmm...

Eu continuava: - Você está maravilhosa, querida! Que cu deliciosoooo!! Aperta a bunda, putinha. Eu vou gozaaaar!
Ele, a esta altura, já super tarado, se junta a mim: - Ui,anm aiaiaui, vou gozar mete gostoso, mete, aiauia hum hum hum aia.Por motivos outrosm, que não vem ao caso, nos separamos. Algum tempo depois, ele veio me dizer: - Tenho ódio de você por ter me feito gostar disto! Eu caí na gargalhada e o relembrei que quem sugeriu foi ele. Eu só dei vazão. Daí ele confidenciou que sua nova namorada não gostava e achava que aquilo era coisa de boiola.
Eu só poderia dizer: - Sinto muito por você.
Internamente fiquei feliz, afinal eu lhe dei algo que outra jamais lhe daria.

E hoje sou uma assumida convicta da inversão.

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Entrevista de emprego

De: anaxxxaa (anaxxxxx@hotmail.com)
Enviada: sexta-feira, 21 de outubro de 2011 22:04:37
Para: contato_superlink@hotmail.com

Ia ter uma entrevista de emprego numa empresa, que tinha sido arranjada por uma grande amiga. Tinha de dar uma boa impressão, por isso, era muito importante a forma de apresentação e não sabia que roupa usar. Após vários conselhos por parte de amigas, decidi vestir uma roupa formal. Uma camisa de seda branca, Saia preta pelo joelho, meias pretas, Salto alto, soutien e Fio dental branco e cabelo apanhado.

Descrevendo-me, sou a Joana, 35 anos, magra, não muito alta (1m65, 55 kgs), cabelo preto comprido, seios médios arrebitados, com um muito pequeno tufinho de pelos acima da vagina que tem uns lábios apetitosos. Cheguei à empresa e a minha amiga Rita veio desejar-me boa sorte e como a entrevista foi ao final de tarde, combinámos sair juntas e depois foi trabalhar. Sento-me a folhear uma revista, fecho os olhos, com esperança de ganhar este emprego.

Chamaram e entrei numa sala agradável, sofás de pele, uma mesa grande que devia ser a secretária do director, alguns quadros na parede, uns cortinados brancos a tapar a janela. Ele entrou, sentou-se na mesa dele enquanto lia o meu currículo. Ele parecia estar na faixa de 50 anos, com uns 1,85 metros, vestindo um fato cinzento. Cabelo curto, compleição física normal, olhos claros, moreno e um sorriso de tirar uma mulher de si.

Fez-me as perguntas de praxe, experiência, onde tinha tirado o curso, começando a perguntar depois sobre a parte familiar, se tinha namorado, casada, etc. Respondi a tudo com segurança mas numa altura tive de afastar o olhar, pois ele olhou-me fundo nos olhos. Como era final do expediente, pediu para conversarmos nos sofás perguntando se podia tirar a gravata.
Sentámo-nos, cruzei as pernas, notando que ele me comia com os olhos tentando descobrir como eu estava vestida por baixo daquela roupa. Então diga, porque você se candidata ou porque deixou o seu anterior emprego? Respondi, indicando que tinha sido uma amiga a indicar aquela vaga e no outro emprego tinha me dado mal com colegas e resolvi despedir-me. A certa, altura explica qual a necessidade que a empresa espera suprir com esta contratação. Alguém que seja capaz de superar desafios. Acha-se capaz de superar desafios? Claro que respondi que no que dependesse de mim, os desafios seriam com certeza superados. No fundo, gosto mesmo de desafios. Aos poucos fui perdendo o nervosismo.

O telefone tocou, ele atendeu, não percebi o que tinha falado, apenas percebi que tinha dito a alguém que podia entrar. Era a Rita que entrava, com dois conjuntos de fardas. Parece que tinham de decidir qual a que deviam escolher para uma feira de negócios que iria haver para que as hospedeiras vestissem. Ele disse que tinha de decidir qual a que seria escolhida, perguntando se não nos importávamos de as vestir. Fiquei surpresa, mas como a Rita estava lá, aceitei.
Levantamo-nos e a Rita disse para vestirmos a farda detrás dos sofás, pois ficaríamos nas costas dele, apesar ele poder ver parte, pois tinha um espelho que permitia ver parte do sítio onde estávamos. Tiro a camisa, a saia, deixando-a cair aos meus pés. Estava agora somente de lingerie, tal como a Rita que estava com cinto de ligas.

Vestimos as fardas, compostas por saia e camisa e como eram um pouco apertadas deixámos uns botões abertos. Pediu para andarmos um pouco pela sala e agradeceu o “desfile”. Pediu à Rita para ir avisar que ficaria com a farda que eu tinha vestido. Íamos mudar, mas pediu que eu mantivesse a minha para escrever uns ajustes que queria que fizessem. Só a Rita se mudou e saiu.

Pediu para eu tirar uma pasta que estava numa estante. Apanhei-a, virei-me e vi que tinha um chumaço nas calças….. não sei porque olhei para lá, mas pareceu-me isso. Pode andar mais um pouco e tentar fazer vários movimentos? Olhe, pode apanhar este lápis no chão para ver se não….. existe algum campo de visão constrangedor? Baixei-me, mostrando o que ele queria.
Apanhei o lápis, estando certa que ele teve uma visão das minhas calcinhas, pois a saia era um pouco diminuta. Quando me viro para ele, tirou um pau de cerca 20 cm super grosso!!! De dentro das calças…… Não quer agora apanhar este marcador? Disse ele, seguro de si próprio, massajando o seu pau. Á minha frente, entendendo que queria que o abocanhasse inteiro.
Disse que não, completamente serena, espantada pelo que me estava a acontecer…. Ele levantou-se, perguntando se podia ver o uniforme melhor, aproveitando para passar a mão pelas nádegas com um olhar lânguido….. Este uniforme fica-lhe muito bem, mas ficava melhor sem ele…. Comecei a ficar um pouco excitada, confesso, pois adoro este tipo de jogos.
Deixei-o tocar-me sem demonstrar subserviência….. ele apertava o rabiosque, levantando a mão pelas costas…. Pode agora andar mais um pouco? Quero ver melhor os ajustes a fazer.

Deixe que lhe diga que fica muito atraente com esse conjunto, está confortável? Apenas um pouco apertado, disse. Hum….. baixe-se ….. empine esse rabiosque para mim, sei que gosta.
Espantei-me com o comentário, mas era verdade, tenho esta fantasia. Baixei e ele aproveitou para enfiar a mão entre as pernas, preenchendo a sua mão com a minha vagina que nesta altura já palpitava de tesão. Já estava entregue. Rapidamente penetrou a mão dentro da minha calcinha e eu não fazia esforço para me soltar….. um dedo encontrou a minha gruta que o fez ficar molhado…. Ele segurava a minha cintura e dedilhou-me fazendo-me gemer, arfar……
Acho que deves tirar agora o uniforme, pois já vi o que precisava. Quero-te ver nua…. Eu sei que te queres mostrar….. Assim fiz. Olhei para ele, tirei a camisa lentamente …. depois a saia que deixei cair aos meus pés…. Mostrava agora o meu corpo apenas de lingerie no corpo.
Enquanto isso, tirou as calças deixando o seu pau luzidio a apontar para o céu…. Pediu que o chupasse ao que respondi que não, que apenas estava ali para uma entrevista…. Muito bem, se queres assim…. Percebendo o meu jogo, disse que eu estava contratada. A tua primeira função será ajudares-me numa tarefa…. Tenho um problema e não sei como o hei-de resolver. Quero livrar-me deste tesão e para isso preciso da tua boca. Podes ajudar-me? Chupas-me?

Adoro quando me tratam assim, não gosto de Sado, mas gosto disto….. Ajoelhei-me, ele sorrindo bateu com aquele mastro na minha boca…. Abocanhei-o…. Agarrou a minha cabeça e bombava na minha boca e falava: “Engole tudo cabra!!! Lambe a cabecinha!!! Lubrifica-o bem que eu vou mete-lo onde quiseres que o enfie. Queres que te foda …Quere-lo todo dentro de ti.
Quando o pau estava em ponto de rebentar, ele tirou-o da minha boca e obrigou-me a levantar, mandou-me tirar a roupa e ficar de quatro no sofá. Enfiou um dedo e depois dois dedos na vagina…. Depois fez o mesmo no meu cuzinho e começou a lambe-lo abrindo-o bem. Eu gemi e depois pedi: “Come-me. Faz-me de puta, se o conseguires, cabrão de merda.”

Ele encostou a cabecinha….. dando um sorriso….. de repente, enterrou tudo sem dó. “Aiiiii!!!!!!!!!!!!!!!!!!” O pau era grande e grosso e eu super apertada. O macho bombava e falava: “Agüenta tudo, relaxa o cuzinho!!” Batia-me nas nádegas dizendo…. “Sei que gostas, tens que agüentar tudo sem reclamar!!! Arrebita a bunda! arrebita safada! Dá-me este cu, vai cabra safada! Geme gostoso que eu vou te arregaçar!” “Aperta-me o cuzinho e rebola na rola do chefe!! Estás contratada mas quero-te comer sempre.” Depois de um tempo ele cravou tudo bem fundo e deu um urro: “AAAAAAA……….. Gozei, minha puta safada. Que cuzinho bom!!!”

Tirou o pau de dentro de mim e mandou-me limpa-lo com a boca. Eu limpei tudinho. Olhei para ele, empurrou-me fazendo-me deitar no sofá…. enfiou a mão pela minha cona fazendo-me arrepiar de tesão. Dedilhou-me o clítoris olhando para mim enquanto eu estava deitada.
Eu disse que era comprometida, que não podia estar a fazer aquilo…. Ele respondeu que era casado, por isso estávamos quites…. Os meus seios, como o meu corpo arrebitavam de tesão, estavam á mercê dele, que rapidamente os apalpou com força e a sua língua lambeu-me os mamilos. Dedilhava-me o clítoris…. Comecei a arfar pedindo para parar, mas ele queria que eu me visse na sua mão. Eu queria realmente aproveitar todo e cada momento….. deixei-me levar gritando que queria que não parasse….. estava a adorar sentir aquela mão a masturbar-me, até que me vim numa explosão de gozo, molhando aquela mão que depois lambeu.

Em calão dizia: Minha cabra, sei que gostas de ser tratada assim….. vou-te foder até ficares derriada…. Enquanto batia com o caralho na borda da cona….. aos poucos enfiou enquanto dizia que a Rita lhe tinha contado que eu tinha esta fantasia. Estás a gostar de a realizar? SIM….. respondi. Lentamente enfiou aquele caralho na cona enquanto eu olhava para ele.

Eu mordia meus lábios e fechava os olhos delirando em cada estocada que ele me dava, fodendo-me até ás entranhas. METE MAIS FUNDO, CABRAO! Ajeitei-me no sofá e agora era eu que o cavalgava e me exibia para ele, que mal ficava de olhos abertos e já gemia como eu adoro ouvir. Até que eu gozei, exausta. Meus gemidos foram abafados pelos beijos, mas minha vontade era gritar de prazer. Pouco depois, ele gozou, acompanhado de uns gritos abafados.
Recompuzemo-nos e ao sair, estava tudo vazio. Apenas a Rita apareceu pouco depois com um sorriso nos lábios, perguntando se eu tinha gostado de realizar esta fantasia que eu tinha.

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Minha primeira tatuagem


De: Cris_ xxx (xxxxxxxx@hotmail.com)
Enviada: quinta-feira, 13 de outubro de 2011 19:36:04
Para: contato_superlink@hotmail.com

Tive uma educação rígida. Talvez por não poder fazer uma, odiava tatoo. Só agora aos vinte anos decidi fazer uma. Resolvendo alguns problemas sobre meu trabalho, passei à frente de um estúdio por curiosidade ou um acesso de coragem, entrei.

Um rapaz aparentando cerca 25 anos me atendeu. Tentando esconder o sorriso que dava por notar que eu estava meio perdida disse:
- Posso ajudar?
- Na verdade, é só curiosidade. Tenho vontade de fazer uma mas, tenho medo.
Ele não escondia mas o sorriso.
- Medo de que?
Agora eu também ria.
- De ser deserdada,ser expulsa de casa,l evar uma surra... Minha vó acha que tatuagem é coisa de bandido.
- Sendo assim(disse ele mostrando os braços e o pescoço, cobertos de tatuagens.) eu sou do pcc.
Ri da piada.
- Venho no sábado.
- Procura o Jhon quando chegar. Dependendo do lugar que escolher, faço de graça.
Deu aquele sorrisinho sacana,comum aos homens. Fingi não ter entendido, me despedi e fui embora.

Não entendia o porque mas,volta e meia me pegava com o pensamento naquele rapaz,Jhon,foi como me disse se chamar.
Sábado enfim chegou. Folga, descanso...e a aguardada tatoo. Me ocupei com uns imprevistos e quando saí de casa para o estúdio.

Já era tardezinha. Cheguei lá,já estava quase na hora de fechar,havia um outro rapaz na recepção,perguntei a ele pelo Jhon,ele me disse que iria chamar. Subiu um lance de escadas até sumir do meu campo de vista.
Quinze minutos depois desce um homem com um rosto familiar.(principalmente porque havia pensado nesse rosto durante toda a semana).
- Pensei que tinha desistido. Aviso que vai doer.
- Sou corajosa. Não muito.
- E aí, decidiu o que vai ser?
- Essa aqui.
Apontei para uma flor que ele no catálogo.
- Seu desejo é uma ordem. Vamos lá pra cima!?
Acenei com a cabeça. Ele pediu para que eu fosse na frente e me seguiu. Lá em cima havia quatro macas e algumas mesas com os aparatos em cima.
- Qual o lugar e o tamanho?
- Nas costas. Bem pequena, assim. Quero do lado direito.
- Humm...vai ter de tirar a blusa e o sutiã.
O sorriso sacana estava no seu rosto novamente.

Subiu um rapaz pelas escadas dizendo que iria embora pois,já era hora de fechar.
- Pode ir! Vou fazer a dela depois vou também. Ahh! Pode fechar tudo lá embaixo!
O rapaz desceu correndo.pouco tempo depois ouço o barulho de chaves e fechadura.
- Seu nome?
- Jasmym.
- É Jasmym,enfim sós!
Sentia prazer em me ver constrangida.
- Tira blusa, sutiã e deita de bruços. Sentia um certo medo de estar sozinha e trancada com ele mas, se perdesse a coragem agora,não faria mais. Fiz o que pediu.

Comecei a sentir as primeiras picadas das agulhas,fechei os olhos... já estava me acostumando com a dor, hora ou outra, sentia a mão de Jhon me acariciando as costas. O barulhinho cessou e eu perguntei de olhos ainda fechados.
- Acabou?
Ele colou a boca ao meu ouvido e disse baixinho:
- Acabei de começar.
Foi descendo com a boca por meu pescoço, senti sua língua descer como serpente até minhas costas.
- Você é louco?!
- Você também quer.

Estava certo, algo em meu íntimo queria muito. Virei frente a ele comecei a tirar sua camiseta, em seguida calça e cueca. Ele chupava meus seios agora. Soltei um gemido, isso o excitou muito.senti seu pau pulsar em minha perna. Tirei a saía e a calcinha. Ele me pegou no colo e me colocou sentada em uma das mesas que estava vazia ajoelhou-se e pôs-se a chupar minha bucetinha que já estava toda molhadinha de tesão. Hora lambia meu grelhinho, outra chupava e enfiava a língua dentro do minha gruta. Gozei tão gostoso que escorria mel da minha bucetinha e pelos cantos da boca de Jhon.
- Minha vez. Disse ele.
Desci ao chão, me ajoelhei e comecei a chupar o pau dele com força, parava e lambia a cabecinha e voltava a chupar de novo. Seu pau latejava em minha boca e Jhon urrava como um bicho selvagem...
- Para um pouco! Não quero gozar agora.
Pegou-me no colo e voltou a me colocar na mesa. Suspendi as pernas e as coloquei em seu pescoço. Ele penetrou o máximo que podia na minha buceta. Sentia o pau dele em minhas entranhas.
- Nossa, gostosa! Como você é apertada!
Cada bombada que ele dava eu via estrelas. As lágrimas rolavam, não sei se dor ou tesão.
Senti o corpo dele estremecer. Ele soltou um aaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiii com vários jatos enormes de esperma no meu rosto e caiu com o rosto sobre minha barriga.

Namoramos por um bom tempo. Ele parecia um cachorrinho "me ame! me ame" e eu amei, muito.
tchau!

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Ajoelhou tem que rezar


De: ligianne (xxxxxx@hotmail.com)
Enviada: domingo, 09 de outubro de 2011 20:10:39
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"Moro numa cidade do interior onde todos ser conhecem, e muitas familias ainda tem o costume de frequentar a igreja e se confessar. Eu, que não podia fugir a regra também me confessava, mas apenas os assuntos corriqueiros, quando uma amiga mais velha me disse que eu deveria contar tudo, até os meus pensamentos errados. No inicio fiquei meio inibida, mas pensei melhor e achei que deveria pagar pelos meus pecados, fui ao confessionario e contei ao padre que não era mais virgem, senti que ele se remexeu na cadeira e depois começou a fazer perguntas a respeito como quando foi, como foi, o que senti, etc... a partir dai comecei a pensar mais a respeito e percebi que ficava excitada apenas contando isso a ele. E a cada vez que ia la, tinha mais pensamentos errados a serem contados de modo que minha confissão se resumia ao assunto sexo.

As vezes ficava tão excitada que chegava em casa e me masturbava como louca imaginando eu com o padre pois ele chegava a perguntar coisas meio duvidosas como em que posição eu ficava, se eu gostava, se sentia muito prazer, essas coisas... Certa vez, cheguei em casa e fui tomar um banho, quando o chuveirinho passou pela minha vagina e senti um tremor diferente, passei de novo e a mesma coisa... foi ai que descobri outra maneira prazeirosa de me dar prazer, fazia isso todos os dias no banho, e contei isso ao padre, ele por incrivel que pareça me disse que era bom eu descobrir meu corpo e meus pontos mais sensiveis. Eu fiquei assustada, mas ao mesmo tempo excitada e dizia ao padre que nào conseguia mais me segurar, que me masturbava todos os dias e que pensava nele, perguntei a ele o que deveria fazer para acabar com isso, ele me disse que pensaria em algo e que eu voltasse depois das 5. Voltei e fui procurá-lo nos fundos da igreja, ele estava distraido e não viu quando eu cheguei, estava mexendo com algumas bebidas e me ofereceu um gole, eu aceitei pois estava nervosa por estar lá sozinha com ele. O que eu não sabia é que ele havia misturado algo para me deixar meio sonolenta, a bebida estava doce, eu gostei e pedi mais um pouco. E ai quando eu estava mais solta, começamos a conversar e fui ficando meio tonta, mas ainda lucida, pude ver qual era a intenção dele, ele disse que tentou mas que não conseguiu e agora eu estava lá, de sainha, uma blusa fininha... tentando ele a mais um desafio. ele disse que talvez teria o remedio certo para mim, eu sorrindo disse a ele qual seria, ele me disse que só daria o tal remedio se eu não contasse a ninguem, pois senão todo mundo iria querer.

Eu concordei, me sentando num sofá que estava ali perto, ele foi chegando e disse que o remedio era muito bom, mas que talvez eu estranharia, pois ele era tipo um supositorio, eu disse que tudo bem, entào ele me virou de costas deitada no sofa e disse que o remedio era um pouco incomodo porisso ele iria passar uma anestesia e que eu não me preocupasse. Eu estava sem condições de reclamar, mas tbm nem queria pois aquela massagem estava me excitando, pois ele fazia movimentos circulares no meu anelzinho me fazendo dar leves reboladas, e as vezes escorregando o dedo até minha xaninha que ja estava toda meladinha, ele dizia que esse meladinho iria ajudar a entrar o remedinho, eu quietinha... ele disse que quando a bundinha esquentava é pq tava pronta pra receber o remedio, então ele chegou a lingua pertinho e disse que ia ajudar a esquentar e delicadamente foi colocando a lingua no meu reguinho e me chupando, aquilo tava me levando ao delirio e eu gemia baixinho, e sei que ele estva gostando daquilo, pq a cada gemido meu, ele abria mais minha bundinha colocando a lingua mais no fundo.

Depois de quase me levar ao gozo, ele parou de repente e disse: acho que já ta prontinha pra levar o remedinho, dizendo isso foi tirando a roupa e montando em cima de mim, disse para não me preocupar que depois que tomasse esse remedinho tudo ia melhorar, eu disse que sim, que podia ir em frente que eu estava preparada então ele foi abrindo minha bunda com as màos e foi encaixando sua pica, que por sinal era bem grossinha, de modo que doeu um pouco e eu gritei, ele segurou meus cabelos e disse que eu tinha que ser forte, que logo iria passar, e foi colocando eu fui relaxando e a coisa foi melhorando, quando dei por mim, ele estava me fodendo com muita força e eu estava adorando, impinava mais a bunda pra ele colocar mais, e ele dizia, isso.... rebola bastante pro remedinho entrar todo...... vc vai ficar saradinha.....metia tão bem aquele homem..... quando metia eu ouvia ele me xingando baixinho de cadela, putinha, vagabunda, piranha.... eu disse pra ele falar mais alto e ele me puxou pelo cabelo, e disse no meu ouvido que eu era a putinha mais gostosa que ele já tinha fodido e disse que eu precisava de muito remedio, que eu era uma cadelinha bem obediente e que o pau dele tinha encaixado certinho no meu cuzinho porisso ele queria mais vezes... eu disse que faria tudo que ele quisesse pq ele metia gostoso demais.... quando eu disse isso ele encheu meu cu de porra dando um urro como um animal e me puxando com força pra tras.

Quando acabamos, ele tirou o pau de mim ja meio sem forças e vimos escorrer do meu reguinho um monte de porra, ele viu e disse como vc ve passei mais remedio do que deveria, tanto que esta até escorrendo, porisso nada mais justo do que vc limpar o tubinho do remedio, vc não acha?
Eu disse que tudo bem, e pedi que ele não contasse a ninguem, mas antes que eu acabasse de dizer isso, ele pegou minha cabeça e levou em direção ao seu pau e eu comecei a chupar.....hum....chupei muito e queria ver aquele pau em pé de novo, isso logo aconteceu, ficou durão e ai pude ver a beleza que era aquela peça rara, devia ter uns 18cm e era bem grossinho, eu passava a lingua em toda a cabeça fazendo aquele macho gemer na minha mão.... que delicia.... dai ele me levantou e disse que iria me dar mais remedio, perguntou se eu queria eu disse que sim. Então ele me deitou no sofa e começou a me chupar, chupava muito gostoso, quando passava a lingua no meu grilinho em circulos, ou chupava com força, ou bem de leve me fazendo levantar o quadril levando minha xana até sua boca..... ele dizia....

Potranquinha, vc quer mais vara, quer? eu disse que queria o remedio, ele disse está bem... e levou a cabeça do pau até a entradinha e ficou pincelando um bom tempo, eu já nào estava mais aguentando de tesão e perguntei se ele não iria colocar, ele disse que eu teria que implorar, então tomada de desejo eu disse, por favor, me penetre.... ele disse assim nào, quero que vc peça, implore como uma puta de verdade.... entao eu disse.... coloque seu pau em mim.....enterra essa pica logo em mim, seu filho da puta!!! quando disse isso ele colocou a cabeça, mas como estava toda encharcada, com um movimento meu enterrou tudo de uma vez, me fazendo soltar um longo gemido de prazer, ele sorria ao dizer, é disso que vc gosta, não é, pois entào tome! e começou a me foder como louco, eu adorando tudo aquilo pedi pra ficar em cima dele, ele me virou e disse cavalga gatinha... eu cavalgava com muita maestria pois queria gozar mais.... esqueci do mundo la fora e cavalguei muito até que o gozo foi chegando, eu não aguentei e gritei muito fazendo meu macho gozar tbm.... assim que terminamos, me dei conta da hora e tive que me recompor pra poder ir embora, mas quando ia saindo olhei pra ele e disse que tinha adorado o remedio, ele sorrindo me disse que sempre que precisasse eu poderia tomar aquele remedio totalmente gratis, assim sempre que preciso vou la, tomo varias doses daquele remedio e logo estou bem, pronta pra outra!

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